Desenvolvimento impulsionado pela Microeconomia: Projeto Transgeracional de 50 anos


Resumo: O Facilitismo se Expande muito rápido no Mundo

O Desenvolvimento impulsionado pela Microeconomia é, por definição, um projeto “bottom up”, baseado em catalisadores, que promove uma evolução social e económica sustentável.
https://papers.ssrn.com/abstract=3056417

Devemos considerar que a evolução das tecnologias atua como um impulsionador operacional das ideologias, a ética e evolução social. Isso implica que as tendências tecnológicas definem cenários futuros alternativos. https://www.unicist-school.org/future-research

O Desenvolvimento impulsionado pela Microeconomia baseia-se no aprimoramento da pertença cultural, o valor do trabalho, o valor da aprendizagem, a incorporação de uma ética de segunda oportunidade e na exclusão social do facilitismo dos líderes.

Polaridades da Abordagem Evolutiva Unicista

O facilitismo degrada, marginaliza e “mata” a evolução social. Em uma pesquisa foi demonstrado que é a raiz da involução do meio e dos fracassos na microeconomia (empresas).

O facilitismo é beneficiado transferindo riscos e custos para outros, o que instala um contexto de desconfiança no ambiente e estimula um comportamento individualista extremo. O facilitismo precisa ser “socialmente condenado” em uma cultura para gerar uma evolução sustentável.

O projeto está baseado na instalação de catalisadores para a evolução social. Os catalisadores sociais são aceleradores de processos evolutivos sociais e microeconômicos que precisam ser baseados nos arquétipos das culturas e suas instituições para melhorar sua funcionalidade.

A abordagem evolutiva unicista promove a evolução e minimiza o facilismo através do manejo do campo unificado das funções sociais e empresariais. Funciona como um catalisador social genérico para produzir crescimento sustentável.

Discovery of the Ontogenesis of Evolution by Peter Belohlavek

É um projeto transgeracional de 50 anos que está baseado em aproveitar as revoltas adolescentes para catalisar aqueles valores que são evidentes em meios evolutivos.

Convidamos organizações internacionais, organizações estatais, empresas privadas, organizações sem fins lucrativos e indivíduos a participar de um projeto transgeracional de 50 anos para estabelecer catalisadores econômicos sustentáveis que promovam o crescimento e o bem-estar enquanto minimizam o surgimento de crises.

Esta é uma atividade sem fins lucrativos que precisa ser financeiramente auto-sustentável para garantir a evolução do projeto por 50 anos.

Programa Inicial:
“Pares no Mundo” – “Primus Inter Pares”

O projeto começa com sua estratégia de máxima, que é o programa “Pares no Mundo”, focado em promover uma abordagem evolutiva da realidade para os futuros líderes da comunidade. O objetivo do programa é que eles tenham a idéia diretriz de usar uma mentalidade conceitual e uma abordagen estratégica para melhor se adaptar ao meio.

O desenvolvimento de uma atitude de “Pares no Mundo” requer a promoção de uma abordagem estratégica da realidade entre os jovens líderes do meio, para que eles possam ter resultados de curto prazo enquanto introduzem uma abordagem de longo prazo.

Isso implica introduzir uma abordagem estratégica de valor agregado e o manejo de conflitos, em um contexto de aprendizagem de ação-reflexão-ação.

A minimização do facilitismo é uma condição básica para o desenvolvimento social que requer que os líderes do meio sintam que são “Pares no Mundo”, que não precisam se submeter ou se opor a ninguém para evoluir.

Isso requer que os líderes tenham uma atitude adaptativa, o que implica que eles sintam que podem influenciar o meio enquanto são influenciados por ele.

O programa “Pares no Mundo” é totalmente patrocinado pela The Unicist School e The Unicist Research Institute.

O Contexto: A Era da Conceptualização está Aquí

A 4ª Revolução Industrial introduziu a mentalidade conceitual para o manejo da adaptabilidade no mundo dos negócios. Conceptualizar implica ser capaz de ter um manejo adaptativo baseado na capacidade de apreender a natureza do que se está fazendo, bem como os aspectos operacionais das ações.

As Revoluções Industriais promovem e estabelecem mentalidades dominantes para atingir seus objetivos. Essas mentalidades incluem as mentalidades precedentes como abordagens complementares.

O Pensamento Operativo é a mentalidade dominante da 1ª Revolução Industrial.

O Pensamento Analítico é a mentalidade dominante da 2ª Revolução Industrial

O Pensamento Sistémico é a mentalidade dominante da 3ª Revolução Industrial.

O Pensamento Conceitual é a mentalidade dominante da 4ª Revolução Industrial.

A conceituação é necessária para desenvolver ações proativas no campo do comportamento adaptativo. Aplica-se, portanto, ao campo individual, institucional e social. Em linguagem simples, a conceituação implica saber o que se está realmente fazendo, ter os conceitos das ações, o que inclui conhecer sua estrutura funcional e ser capaz de transformar esses conceitos em ações operacionais de valor agregado.

O facilitismo evita a conceituação através do uso de abordagens analógicas que evitam ser capaz de assumir a responsabilidade de gerar resultados.

Facilitismo, o Impulsor da Involução

Em linguagem simples, o facilitismo implica a transferência de riscos e custos para terceiros, evitando conflitos e fazendo o que o meio considera apropriado.

O facilitismo pode se tornar num vício que se instala em meios sobre-adaptados que impulsiona sua estagnação ou involução. Esse comportamento é impulsionado pela submissão aos mitos falaciosos de uma sociedade e atua por meio da transferência de riscos e custos aos outros, ao mesmo tempo em que evita os conflitos.

O facilitismo é necessariamente de curto prazo e não pode manejar abordagens estruturais, institucionais, nem as causas raiz dos problemas ou as abordagens estratégicas da realidade.

A proposta de utopias, o uso de atalhos, a subjetivação, a “compra do tempo”, as mentiras e a negação dos fatos são ações típicas em meios facilitistas.

O facilitismo é um vício e, portanto, não é consciente e desenvolve as defesas necessárias para manter o status quo enquanto segue os mitos falaciosos do meio.

Como vício, cria uma realidade paralela no mundo, na qual só podem existir líderes que compartilhem esse vício.

Esse comportamento social é instalado como um vício em meios que dependem de seus recursos naturais, sem assumir um papel ativo para aumentar o valor desses recursos. Também é instalado como um vício nos meios sobreadaptados extremamente pobres.

A submissão aos mitos falaciosos propõe comportamentos para evitar enfrentar as fraquezas que não podem ser aceitas pelo meio.

O facilitismo é beneficiado transferindo riscos e custos para outros, o que instala um contexto de desconfiança no ambiente e estimula um comportamento individualista extremo.

Como os conflitos são os impulsionadores da mudança, esse vício requer evitar conflitos para garantir que a realidade paralela não seja ameaçada.

O Contexto do Facilitismo

O facilitismo pode ser uma reação conjuntural em meios adversos, um comportamento estrutural de um grupo ou sociedade, ou pode ser um vício usado para estar em uma realidade paralela confortável.

Contexto do Facilitismo

Quando se trata de uma reação conjuntural, leva a falácias individuais que não têm consequências sociais. Torna-se um comportamento social estrutural quando se instala no contexto amplo e restrito de um grupo.

O facilitismo explica a decadência das sociedades, organizações e grupos. Instala-se como um mito falacioso quando o contexto amplo do comportamento é baseado no clientelismo, que requer a existência de paternalismo para satisfazer as demandas geradas.

Em termos económicos, a decadência ocorre quando o valor da distribuição prevalece sobre o valor da produção. Ambos os aspectos devem ser integrados para promover a evolução.

O facilitismo torna-se um vício em sociedades que sofrem de crises cíclicas autogeradas e é uma resposta de grupos cuja sobrevivência está sendo ameaçada. Conduz naturalmente à corrupção e, em situações extremas, ao fundamentalismo.

Assim, a forma de inibir o facilitismo nas culturas varia de acordo com o contexto. Pode exigir acções inibitórias simples ou pode exigir a utilização de catalisadores para influenciar uma evolução geracional no sentido de um maior nível de funcionalidade.

A Abordagem Evolutiva Unicista promove Crescimento e Evolução

As descobertas das causas raiz da evolução feitas no The Unicist Research Institute, permitiram desenvolver a abordagem evolutiva unicista que maneja o campo unificado e as causas raiz da evolução social, individual e de negócios.

A abordagem evolutiva unicista promove a evolução e minimiza o facilismo através do manejo do campo unificado das funções sociais e empresariais. Funciona como um catalisador social genérico para produzir crescimento sustentável.

Abordagem Evolutiva Unicista

Esta abordagem maneja os conceitos e fundamentals do que está sendo feito, emulando a inteligência, a organização e a evolução da natureza para desenvolver estratégias de máxima para crescer e estratégias de mínima para sobreviver.

Usa o raciocínio abdutivo, indutivo e dedutivo para prever, produzir e garantir resultados.

O raciocínio abdutivo é usado para acessar os conceitos das coisas e definir as possibilidades do que pode ser alcançado, o raciocínio indutivo é usado para desenvolver testes destrutivos para confirmar os limites da validade do conhecimento e o raciocínio dedutivo é usado para desenvolver testes de validação e manejar a operação.

Os 7 Pilares do Crescimento e da Evolução

A abordagem evolutiva unicista se aplica a qualquer campo onde é necessário manejar processos adaptativos. A abordagem de negócios suporta o Projeto de Desenvolvimento Microeconômico enquanto a abordagem pessoal suporta programas educacionais para estudantes do ensino médio. Os 7 pilares da abordagem evolutiva unicista são:

Unicist Evolutionary Approach to Business
  1. Management do Campo Unificado: para manejar o campo unificado de processos para definir o que é possível alcançar e como fazê-lo.
  2. Estratégia Unicista: para desenvolver estratégias de máxima e de mínima, dentro dos limites do que é possível atingir, para crescer e garantir resultados.
  3. O Uso de Catalisadores: para acelerar processos e garantir a obtenção de resultados em meios adaptativos.
  4. Timing: para garantir a sincronia e funcionalidade dos processos.
  5. O Uso de Objetos: para acelerar processos e garantir sua qualidade.
  6. Desenho Conceitual Unicista: definir o campo unificado de soluções.
  7. Testes Piloto Unicistas: para desenvolver testes piloto que assegurem os resultados, encontrar as causas raiz dos problemas e desenvolver suas soluções.

O Projeto

O desenvolvimento impulsionado pela microeconomia é, por definição, um projeto “bottom-up” que promove o aprimoramento da pertença cultural, o valor do trabalho, o valor da aprendizagem e a incorporação da ética da segunda oportunidade.

É um projeto transgeracional de 50 anos que está baseado em aproveitar as revoltas adolescentes para introduzir os valores mencionados que são evidentes quando a evolução é um valor instalado.

Unicist Conceptual Economics

A abordagem bottom-up melhora o desenvolvimento econômico, o que requer o manejo dos conceitos do que está sendo feito para evitar ações caóticas que anulam a funcionalidade dos mesmos.

A conceituação e a abordagem bottom-up são necessárias para a gestão dos processos evolutivos, a economia do conhecimento e os conceitos da 4ta Revolução Industrial.

O projeto é gerenciado por think tanks, fundações e voluntários locais.

Este projeto é proposto aos países que, por algum motivo, precisem entrar em uma nova etapa impulsionada pela microeconomia para desenvolver um crescimento estável e sustentável.

Condução do Projeto 

O projeto está sendo lançado por The Unicist School e é suportado pelas pesquisas do The Unicist Research Institute. É um projeto de 50 anos que precisa ser institucionalizado através da participação de voluntários. Este projeto é desenvolvido em diferentes etapas. Contará com uma organização totalmente democrática de voluntários que difundem o projeto, nos meios de comunicação e na Internet, buscando minimizar o facilitismo no comportamento social e econômico. Os voluntários são profissionais, economistas e estudantes dos países participantes.

Todos os voluntários participam do programa “Peers in the World”.

O líder inicial deste projeto é Peter Belohlavek: https://www.unicist.org/pdf/peter-belohlavek-brief.pdf  Os líderes subsequentes serão voluntários que assumiram a significatividade do projeto na evolução dos países. No futuro, outras organizações sem fins lucrativos serão convidadas a participar do projeto.

O Projeto é baseado em Catalisadores

A evolução social das culturas estabelecidas, qualquer que seja seu arquétipo, só pode ser promovida através do uso de catalisadores. As ações diretas podem produzir resultados conjunturais, mas não sustentáveis. Portanto, todos os aspectos do projeto funcionam como catalisadores dos processos sociais de uma cultura.

Papéis Catalisadores incluídos no Projeto

1) Empresas Privadas: Catalisando Crescimento Sustentável

O projeto é desenvolvido em países onde a sustentabilidade de longo prazo depende dos governos e não está instalada na inteligência coletiva ou na organização do Estado.

O que se propõe é que as empresas privadas adotem a abordagem evolutiva unicista que emula a inteligência da natureza. Por um lado, isso permite desenvolver estratégias de máxima para crescer e estratégias de mínima para garantir a sobrevivência.

Por outro lado, permite o desenvolvimento de estratégias de curto prazo e estratégias de longo prazo que impulsionam o crescimento e a lucratividade.

Essas empresas participam como patrocinadoras do programa, introduzindo a abordagem evolutiva unicista. Não há custos envolvidos para as empresas, mas sim sua participação em um grupo que monitora a evolução do projeto..

2) Pesquisa e Inovação: Catalisando P+D

Incentivar a pesquisa e a inovação no segmento emergente de uma economia requer que os programas educacionais para os graduados sejam orientados para a ação, o que implica a introdução da pesquisa como um direcionador da aprendizagem.

Também exige leis de patentes para expandir os aspectos patenteáveis, seguindo a tendência das leis de patentes mais flexíveis do mundo desenvolvido.

A proteção da propriedade intelectual requer a garantia da funcionalidade do sistema judicial. O incentivo das atividades de pesquisa, baseado no ROI de longo prazo de P & D, é um catalisador que limita ou expande essas atividades.

3) Educação: Catalisando a Evolução Social

O objetivo na educação é estabelecer um padrão superior que permita gerar líderes que administrem o planejamento de longo prazo para promover uma evolução estável da cultura baseada em uma identidade forte que permita a participação no mundo globalizado.

Está baseado na promoção da rebelião adolescente por meio da promoção de ações materiais impulsionadas pela reflexão unicista, ação-reflexão-ação, que permite aos adolescentes se oporem ao establishment por meio da ação.

Isso é promovido por atividades extracurriculares baseadas na gestão do pensamento crítico, que promove ações, e no pensamento dialético dual, que nos permite administrar a dinâmica das coisas. Esses processos são suportados por interfaces com inteligência artificial unicista.

4) Mercados de Capitais: Catalisando Negócios Inovadores

Uma parceria total entre capital e P & D é proposta para promover que os capitais procurem as inovações não que as pesquisas precisem buscar capital. Isso implica promover os seguintes papéis financeiros privados ou públicos:

Angel/Seed Funds: que deveriam fornecer o conhecimento comercial necessário para passar de empreendimentos individuais para empreendimentos organizados.

Venture Capital: que deve fornecer conhecimento de negócios para passar de um entrepreneuring para uma organização de negócios, onde a organização funciona como um sistema.

Private Equity: deve fornecer estratégias financeiras adequadas para sustentar o crescimento com base na funcionalidade do negócio que permite expandir seus limites.

As atividades financeiras que promovem o trabalho autônomo não fazem parte deste projeto.

5) Globalização Sustentável: Catalisando a Globalização

Globalizar significa expandir limites. A expansão de limites implica, necessariamente, uma concorrência ativa para poder influenciar no meio.

Requer gerar o valor agregado necessário para influir no meio para ser aceito. A globalização sustentável é uma globalização estruturada que estabelece um espaço comum onde a concorrência  é equilibrada pela cooperação ativa.

A cooperação permite promover as possibilidades de melhorar o papel dos participantes.

É necessário ter poder diplomático, o que implica integrar os esforços que permitem catalisar e defender os valores de uma cultura para exercer influência sempre que for possível.

6) Programa de “Pares no Mundo”: Catalisando os Líderes do Futuro

Este programa é desenvolvido pela Unicist School para estudantes do secundário. É patrocinado inteiramente pela Escola.

Ele dá acesso ao manejo do raciocínio abdutivo que facilita o pensamento criativo, a abordagem estratégica da realidade e a conceituação que permite o desenvolvimento de planos pessoais de curto e longo prazo.

O programa é baseado em:

1) A Abordagem Evolutiva Unicista
2) O Espírito Esportivo
3) O Uso de Enigmas Unicistas e a Prática do “GO”
4) O Uso de Mapas Conceituais
5) Indo Além do Dualismo

7) Espírito Esportivo: Potenciando a Melhoria Pessoal e a Liderança

Os valores de uma cultura podem ser lidos nas entrelinhas e por trás das imagens das capas dos jornais e as homepages da Internet.

Empoderar o espírito esportivo implica sustentar o valor da melhoria, a pertença cultural, o valor do trabalho, o valor da aprendizagem e a instalação de uma ética de segunda oportunidade.

Implica o desenvolvimento de acções no campo do desporto, potenciando os aspectos competitivos que têm a ver com a melhoria pessoal, a preparação e o jogo limpo.

O espírito esportivo depende inteiramente das características culturais do meio e seu desenvolvimento está focado em atividades físicas em todos os tipos de esportes.

8) Laboratório Social: Catalisando a Evolução Social

O Laboratório Social mede a funcionalidade do quadro de desenvolvimento impulsionado pela microeconomia e nos permite administrar o horizonte de sua evolução.

Os processos sociais são dinâmicos e evoluem impulsionados pela evolução de seus participantes. A evolução nunca é simétrica, seja qual for a razão que gera a assimetria.

A medição da evolução é feita usando o scorecard unicista que estabelece as medidas quantitativas da dinâmica da economia.

O scorecard unicista foi desenvolvido para monitorar e interpretar a funcionalidade do campo unificado da mídia adaptativa.

O scorecard inclui: 1) Indicadores operacionais, 2) Indicadores causais, 3) Preditivos unicistas.

– Anexo –

Evolução Transgeracional – O Comportamento das Novas Gerações

A introdução de mudanças estruturais na cultura requer necessariamente uma abordagem transgeracional à evolução. É necessário compreender os fundamentos do comportamento das gerações futuras para definir o enquadramento, conhecer a necessidade de mudança que existe e ter catalisadores que permitam sustentar a necessidade de mudança.

Esta abordagem assenta na responsabilidade das elites em fornecer o enquadramento necessário para a evolução das sociedades e no facto de que a classe média sustenta a evolução para assegurar que toda a sociedade evolua para um nível mais elevado de bem-estar.

A geração atual de uma cultura deveria prover um enquadramento evolutivo para a evolução das gerações subseqüentes, mas não é responsável pela sua evolução.

Há dois papéis evolutivos dominantes que são promovidos numa sociedade:

  1. O papel adaptativo, que é impulsionado pela necessidade de liberdade pessoal
  2. O papel sobre-adaptado, que é impulsionado pela necessidade de segurança pessoal

A adoção de algum deles depende da inteligência coletiva do meio em que o indivíduo atua no momento de sua rebelião adolescente. Deve-se levar em conta que a percepção do meio tem um alto componente subjetivo, o que implica que duas pessoas que estão ao mesmo tempo no mesmo meio podem ter percepções opostas.

No entanto, a inteligência coletiva, os mitos falaciosos do meio e o arquétipo cultural influenciam fortemente na adoção de um ou outro papel.

A Evolução Adaptativa

Quando as pessoas operam em um enquadramento adaptativo, as gerações seguintes competem com as gerações anteriores, através da melhoria das fraquezas funcionais.

Evolucao Geracional

Esta concorrência assume muitas formas e é sustentada pela existência de relações discriminadas com os antecessores, pais ou autoridades, num enquadramento de afecto incondicional. A evolução adaptativa gera crescimento sustentável.

Meios baseados em papéis competitivos geram evolução. A concorrência está baseada em conflitos evolutivos, conflitos de inovação e conflitos de negociação. Isto gera a necessidade de se guiar por um bem maior a ser alcançado.

Esses meios geram uma ascensão social e econômica para seus membros com base em suas conquistas. Os meios adaptativos são necessariamente participativos, guiados por tecnologias e pelo crescimento, e geram um espírito de corpo que os torna influentes.

Evolução Sobre-Adaptada

Quando os membros da “nova geração” são guiados por um enquadre sobre-adaptado, eles adotam o clientelismo e mantêm seu lugar, atacando as fraquezas implícitas nas fortalezas da geração precedente.

Eles afirmam seu papel com base no fato de que as fraquezas implícitas são parte da fortaleza e não podem ser mudadas. A partir deste fato, sentem que têm o direito de gerar demandas sobre a geração precedente sem ter a obrigação de “pagar” por isso.

O clientelismo é impulsionado por uma relação simbiótica, que é um “preço” que a nova geração acredita que precisa pagar, e pela necessidade de afecto condicional que reconheçam as pessoas pelo que elas “sentem” que fazem. A evolução sobre adaptada gera enquadramentos conflitivos. Os conflitos são de autoridade, involução ou aqueles produzidos por evitar os conflitos funcionais que existem.

O Paternalismo Inibe a Evolução

Os meios sobre-adaptativos, sejam eles grupos, organizações ou sociedades, desenvolvem-se em direção ao paternalismo. O paternalismo é definido como o sistema, princípio ou prática de manejar ou governar indivíduos, negócios, nações, etc. à maneira de um pai que maneja seus filhos de forma benevolente e muitas vezes intrusiva.

O paternalismo implica clientelismo que significa “comprar” a vontade do povo. O mecenato político envolve a troca de bens e serviços por apoio político.

O paternalismo e o clientelismo geram naturalmente um meio subjetivista, onde as relações subjetivas prevalecem sobre as relações funcionais e geram julgamentos de valor como ações defensivas de indivíduos guiados pelo papel do cliente.

Desenvolvimento impulsionado pela Microeconomia

Economia Evolutiva Unicista

A economia evolutiva introduzida por Thorstein Bunde Veblen tentou modificar a economia, colocando o foco no desenvolvimento social e na sustentabilidade. Infelizmente, a ausência de um modelo que permitisse entender e administrar a evolução transformou a economia evolutiva em um enquadramento utópico.

Economia Evolutiva Unicista

A descoberta da ontogênese da evolução, que introduziu Peter Belohlavek, forneceu o modelo necessário para recuperar a economia evolutiva para manejar a sustentabilidade da evolução econômica baseada no uso da economia do conhecimento e o desenvolvimento impulsionado pela microeconomia.

É preciso ter em mente que, em uma abordagem evolutiva, a microeconomia impulsiona a evolução, enquanto a macroeconomia estabelece a estrutura necessária para o desenvolvimento social.

A iniciativa microeconômica é perdida quando a macroeconomia tenta ser o condutor da evolução. As economias impulsionadas pela macroeconomia são apenas funcionais em estágios de transição quando procuram evitar o caos extremo.

Abordagem Evolutiva Unicista

O Enquadramento

The Nature of Democracy

Este projeto está baseado na existência de democracia econômica. Sugerimos que você acesse o documento sobre a natureza da democracia para conhecer o contexto do projeto.

O projeto para desenvolver economias sustentáveis usando a abordagem de desenvolvimento impulsionada pela microeconomia está baseado na economia evolutiva. A abordagem da economia evolutiva está baseada nos desenvolvimentos da Ontogênese da Evolução, a Antropologia Conceitual Unicista, e a Economia Conceitual Unicista de Peter Belohlavek que podem ser encontrados na Biblioteca Unicista de Causas Raiz (Unicist Root-Cause Library).

Utiliza o conceito da economia do conhecimento para promover o segmento emergente de sociedades que, embora represente menos de 5% da atividade, leva a toda a economia a um nível mais alto de produtividade e bem-estar.

Usa o conceito da 4ta Revolução Industrial para promover os processos industriais adaptativos (seja qual for a indústria), a orientação ao cliente, uma produtividade superior e uma qualidade superior para garantir a participação em processos de globalização sustentáveis.

Saiba mais:
https://www.unicist.net/economics/technologies/